O PROBLEMA NÃO E SÓ A FALTA DE CHUVA

O racionamento de água ronda São Paulo e várias metrópoles. A cultura brasileira do desperdício está com os dias contados. Veja o que é preciso fazer para sair da crise e garantir o abastecimento e a conservação dos mananciais.
Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) – órgão responsável pela coordenação e controle das operações de geração e transmissão de energia no Sistema Interligado Nacional – teve de rever para baixo as apostas no volume de chuvas esperadas para setembro. Isso porque as precipitações na área das maiores hidrelétricas do país, o Sudeste, passaram a indicar 67% da média histórica, de acordo com as novas projeções do ONS divulgadas, em lugar de 71% e 84%, respectivamente, nos relatórios das duas semanas anteriores.
Com o tempo desfavorável, será menor a quantidade de água disponível nos reservatórios das usinas para geração de energia, o que deve forçar o governo a lançar mão, de novo, das centrais termelétricas. Elas geram o insumo a custos maiores, encarecendo as tarifas ao consumidor, como já ocorreu no país entre 2012 e 2016. Além do Sudeste, as previsões do ONS para as chuvas deste mês caíram a 33% no Sul e 30% no Nordeste, ante expectativas de 43% e 32%, também respectivamente, em projeções feitas desde o fim de agosto.
Como as termelétricas, as chamadas usinas de reserva, são movidas a combustíveis derivados do petróleo e que demandam, muitas vezes, importações, a queima para geração de energia se torna cara, impondo custo extraordinário às residências e empresas, já previsto no sistema de bandeiras tarifárias. Para o consultor Eduardo Nery, especialista da Energy Choise, de Belo Horizonte, não há dúvidas de que os consumidores terão de voltar a pagar mais. 
“Na verdade, o Brasil aposta em uma hidrologia favorável e ela não acontece. Desde 2008 estamos em situação desfavorável e o consumidor é quem paga pelo despacho das térmicas, já que temos uma limitação brutal do sistema de acumulação de água, que significa acumulação de energia”, critica o consultor. Do ponto de vista do planejamento da oferta, ele destaca dois erros que vêm sendo cometidos. O primeiro está no fato de que toda a expansão da oferta de energia no país está sendo feita sem os reservatórios necessários em novas usinas e mediante grande atraso nas obras. “A entrada da primeira turbina da usina de Belo Monte atrasou mais de 800 dias, ou seja um prazo superior a dois anos”, afirma.

Nery lembra, ainda, outro equívoco envolvendo as hidrelétricas antigas, com sistemas de regularização plurianual de vazões, em média de cinco anos, quando o país não consegue recuperar a capacidade de geração de energia para fazer frente a seca prolongada. “Precisamos lembrar que teremos mais dois meses de período seco até o fim de novembro”, observa o consultor. Outra crítica dele é a de que o Plano Decenal de Expansão de Energia 2026, em fase de consulta pública, prevê forte ingresso de energia das termelétricas, em detrimento de fontes renováveis, como a eólica, a partir da força dos ventos; e a solar, além da hidráulica.

ALTA ANUNCIADA A volta da bandeira vermelha, a rigor, não saiu do radar da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), mesmo depois de o governo ter optado por adotar a bandeira verde, sem custo adicional para o consumidor, em junho, início do período seco. Antes disso, em abril, foi o próprio diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, quem afirmou que ela já não fazia sentido naquele período. “Se hoje já se justifica a bandeira vermelha, não é provável que essa situação se reverta até o início do próximo período úmido, em novembro”, afirmou Rufino, à época.
O relatório do Programa Mensal de Operação do ONS destaca que o custo marginal de operação do sistema vai subir dos atuais R$ 599,90 por megawatt-hora para R$ 672,73 na semana que vem. O cenário para o consumidor de energia só não se agravou mais, como recorda o consultor Eduardo Nery, tendo em vista que a crise da economia impôs um freio ao consumo de energia no Brasil.


A grande seca que assola o Sudeste do país, a mais severa dos últimos 50 anos, reduziu a 15% a capacidade do reservatório Cantareira, o maior do sistema de abastecimento da região metropolitana de São Paulo, responsável por 47% da água consumida pela população. O mais preocupante é que, apesar da volta gradual das chuvas, o nível dos reservatórios continuava a cair em março, tornando plausível a hipótese de um racionamento.
Mesmo que não ocorra, a falta de água de reposição arma um cenário pessimista para julho – o mês da Copa do Mundo. São Paulo virou o exemplo da crise de abastecimento no Brasil – país que detém 12% da água de superfície do planeta.  Na emergência, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) ofereceu um desconto de 30% na conta para quem economizar água e diminuiu o fornecimento para as cidades “permissionárias” – aquelas que compram água no atacado –, instituindo, na prática, o racionamento na cidade de Guarulhos. O governo estadual também anunciou a construção de um novo canal de 15 quilômetros de extensão para captar água do rio Paraíba do Sul, na represa Jaguari de Igaratá, com apoio federal e da Agência Nacional de Águas (Ana).
Medidas emergenciais não serão suficientes para superar o cenário de escassez diante de um aumento permanente da demanda. O alerta já foi dado há tempo. Benedito Braga, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e presidente do Conselho Mundial da Água, lamenta que na crise de 2004, quando os reservatórios caíram a 20%, a cidade não tenha se engajado num programa de economia de água.
“Nos últimos 15 anos o sistema vem recebendo menos água dos rios da sua bacia, e não consegue se recuperar. Entretanto, depois que a crise passa, todo mundo esquece. Quando começa a chover, o risco de desabastecimento é posto de lado e todos voltam a gastar água de forma inconsequente”. Marcelo Nakagawa, professor do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), ressalta que “estamos acostumados com o uso da água em abundância porque pagamos pouco por ela. Toda mudança de hábito só ocorre a partir de uma crise aguda”. Para evitar o trauma numa conjuntura de complicações climáticas crescentes, o consumo deveria ser reduzido em até 50%, induzido por campanhas de mídia e por uma legislação que aplicasse multas para desperdício. A mentalidade de que o Brasil é um país com fontes naturais inesgotáveis precisa ser mudada, pois a ampliação permanente da oferta e a água tratada custam caro. A última grande ampliação do abastecimento em São Paulo foi feita em 1993, com a implantação dos reservatórios do Sistema Alto Tietê. A próxima, a do Sistema São Lourenço, só estará pronta 25 anos depois, em 2018, e custará R$ 2,2 bilhões. 
Desperdício espaçoso 
Na cabeça dos brasileiros, seca só acontece no Semiárido nordestino. A seca no Sudeste  evidencia o limite do uso do recurso, nas cidades onde o crescimento populacional e industrial não é acompanhado pelo aumento da oferta de água tratada. Dados da ONU mostram que o uso da água cresceu a uma taxa duas vezes maior do que o aumento da população ao longo do último século. Enquanto a população global evoluirá dos atuais 7 bilhões para 9 bilhões em 2030, até 2025 o gasto de água deverá ser elevado em cerca de 50% nos países em desenvolvimento, e em 18% nos países desenvolvidos. Ainda existem 780 milhões de pessoas no mundo sem acesso a água potável. E até 2025, 2 milhões viverão em regiões com absoluta escassez. Como muitos já sabem, 70% da água disponível no planeta é utilizada para irrigação. No Brasil, o índice chega a 72%, com  uma área irrigável de 29,6 milhões de hectares. Mas de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), quase 60% da água em projetos de irrigação é perdida por fenômenos como a evaporação. Uma redução de 10% no desperdício já poderia abastecer o dobro da população atual.
O que poucos sabem é que o Brasil é um caso desastroso de desperdício agrícola, “uma das maiores ineficiências na irrigação”, diz Giulio Boccaletti, autor do relatório Charting Our Water Future, publicado pela International Finance Corporation. “O Brasil gasta 14,5 milhões de metros cúbicos de água para cada mil hectares irrigados, muito mais do que a Índia, a África do Sul e a China. Só 11% das terras irrigadas brasileiras usam tecnologias eficientes”, diz o especialista. O mapa do estresse hídrico da Agência Nacional de Águas identifica dois tipos de situação crítica, a quantitativa e a qualitativa. No Nordeste, impera o estresse quantitativo, com baixa disponibilidade hídrica para atender à demanda. No Rio Grande do Sul, a alta demanda de irrigação para as culturas de arroz também configura uma situação de carência grave. Em várias cidades há problemas com a qualidade das águas devido à poluição por esgotos. Já nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Distrito Federal e Goiânia, a crise é tanto quantitativa quanto qualitativa, porque a demanda de água aumenta com a enorme carga de esgotos não tratados jogada nos rios, comprometendo a qualidade da água e exigindo investimentos para tratamento.
O crescimento das cidades está engolindo os mananciais e poluindo as águas tanto de superfície quanto subterrâneas. “Na imensa maioria dos municípios brasileiros com menos de 50 mil habitantes, os sistemas de abastecimento são precários”, ressalta Sérgio Ayrimoraes, coordenador do Atlas Brasil de Abastecimento Urbano de Água. “Cerca de 73% dos municípios são abastecidos por águas superficiais sujeitas a todo tipo de poluentes.”
Soluções práticas
Para superar a crise de demanda, São Paulo aposta no Sistema São Lourenço, que aumentará a oferta com 4.700 litros por segundo de água tratada, o suficiente para abastecer mais 1,5 milhão de paulistanos. A Sabesp fornece água para 364 dos 645 municípios do Estado e vende o insumo para cidades “permissionárias” como Guarulhos e de uma capacidade instalada de produção de 73 mil litros de água tratada por segundo. Na região metropolitana, o sistema interligado permite transferir água de reservatórios por meio de túneis e estações elevatórias, viabilizando o manejo das reservas em situações de crise.
O Sistema São Lourenço captará água do rio Juquiá, em Ibiúna, a 80 quilômetros, na bacia do rio Ribeira do Iguape. Já o sistema Cantareira vai captar água a 90 quilômetros, no rio Jaguari, em Extrema (MG). As fontes estão cada vez mais longe e o transporte do insumo, mais caro. Frederico Fábio Mauad, professor da Escola de Engenharia da USP de São Carlos, cobra uma política constante que assegure o abastecimento. Não é possível depender só das chuvas. É preciso recarregar as bacias hidrográficas e implementar programas de proteção às nascentes. “O planejamento tem que anteceder a crise”, diz Maud. “Temos tecnologia avançada e técnicos. A questão é de prioridade pública. Vemos o crescimento econômico da cidade e da população, mas não vemos medidas que deveriam ser tomadas sempre, não durante crises. O racionamento é o pior e último recurso. Significa que tudo oque foi planejado e feito deu errado”, critica. Para especialistas estrangeiros como Giulio Boccaletti, a solução requer o amadurecimento da sociedade. Há três campos de ação. Primeiro, é preciso fomentar a economia no uso, usando incentivos e taxação para reduzir o desperdício de água. Em segundo lugar, é preciso expandir a produção de água de reúso industrial, como faz o Projeto Aquapolo, da Sabesp e da Odebrecht Ambiental, que converte água de esgoto do rio Tietê em insumo para as indústrias do polo petroquímico de Capuava, em Mauá. No Rio de Janeiro, a Estação de Tratamento de Alegria, da companhia estadual de águas Cedae, também vai converter esgoto em água de reúso para abastecer as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, e a reurbanização do Porto Maravilha. O uso de água reciclada aumenta a disponibilidade de água tratada para o consumo da população e gera lucros para as empresas. 

Um terceiro foco de atuação é reduzir as perdas por vazamento nas redes. Em todos os Estados há desperdício. Na região Norte,  onde a água existe em abundância, os índices são assustadores: o Amapá perde 76% da água da sua rede pública e o Acre, 62,78%. Alagoas perde 65,87%. O Rio de Janeiro, quase a metade do que trata, 46,95%. O Estado com menor índice de perdas é Mato Grosso do Sul, com 19,65%. Em São Paulo, a Sabesp divulga perdas de 24%, mas o índice real chegou em 31,2% em 2013, segundo a Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo. Em média, o país perde 37,57% da água que circula pelas redes. Se essas perdas fossem reduzidas, não se cogitaria em racionamento. 
Em países com redes eficientes como Japão e Alemanha, as perdas são de 7%; no Reino Unido chegam a 16% e na França, a 26%. A comparação revela uma faceta “subdesenvolvida” do trabalho de conservação. Japoneses e alemães não lidam com fraude, “gatos” ou submedição de água. Quando visitam o Brasil, os técnicos se surpreendem com a quantidade de artimanhas para desviar água e a criatividade dos fraudadores. Na área da Sabesp, os vazamentos respondem por 20,3% das perdas; já as fraudes, “gatos” e submedição configuram 10,9% de perdas. Desde 1990, a companhia paulista promove ações para controlar e reduzir perdas. O Programa Corporativo de Redução de Perdas de Água, desenvolvido com R$ 5,9 bilhões oriundos do BNDES e da Agência de Cooperação Internacional do Japão, prevê a renovação da infraestrutura, substituição de redes e ramais, pesquisas de vazamentos não visíveis, reparos em vazamentos, implantação de melhorias no sistema de distribuição, redução e controle de pressão, substituição de hidrômetros e combate a fraudes.
Investimento pesado
A Sabesp investe R$ 2,5 bilhões por ano no abastecimento de água e na coleta e tratamento de esgoto das cidades em que atua. Isso significa 30% de tudo que é aplicado em saneamento no Brasil, embora a empresa atenda apenas 13% da população. Esse investimento poderia ser ainda maior se tributos federais, como PIS, Pasep, Cofins e Imposto de Renda, deixassem de ser cobrados do saneamento, pois sobraria R$ 1,2 bilhão por ano para investir. As Parcerias Público-Privadas (PPP) podem ser fontes importantes de recursos. Em 2011, a PPP Alto Tietê agregou 5.000 litros de água potável a cada segundo ao sistema, volume sufi ciente para abastecer 1,7 milhão de pessoas, ao custo de R$ 418 milhões. Desde 2009, a companhia estatal investe nas obras de ampliação da Estação de Tratamento Taiaçupeba, em Suzano, que agregará 17 quilômetros de novas adutoras e quatro reservatórios capazes de armazenar e tratar 70 milhões de litros de água. Na área educativa, o Programa  de Uso Racional da Água diminuiu em 14,3% o gasto de água na Grande São Paulo. Indústrias, prédios públicos e estabelecimentos comerciais foram convencidos  a adotar equipamentos econômicos como torneiras e chuveiros com acionamento automático. Escolas, hospitais, postos de saúde e penitenciárias também já adotaram o programa. Há muito a fazer para evitar a crise anunciada do racionamento, que está a caminho. São Paulo sofre a maior crise de demanda do país e dispõe da maior capacidade para lidar com o problema. Resta saber se vai dar conta do desafio.


A IMPORTÂNCIA DO RESPONSÁVEL TÉCNICO EM OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL

Grande parte das pessoas, no momento de construir ou reformar abrem mão de contratar um profissional que possa ser o Responsável Técnico ou RT da execução da obra para contratar outros profissionais, como pedreiros e empreiteiros, visando reduzir os custos da mesma. É muito comum encontrar obras que não possuem um profissional habilitado exercendo a função de GestorResponsável Técnico. As obras residenciais unifamiliares, pequenas edificações multifamiliares e pequenas edificações comerciais estão entre as que mais apresentam irregularidades em relação a falta de Responsável Técnico.

Além da exigência legal de profissionais habilitados por conselhos (CREA ou CAU), contratar ainda um profissional qualificado é de extrema importância, uma vez que a qualidade da gestão e execução estão em jogo.

Este artigo irá discutir sobre a legalidade, a competência de gestão e a técnica de responsáveis para execução de obras civis. Finalmente será avaliado se a omissão destes profissionais em obras é economicamente viável. 


Segundo os dizeres da Lei Federal número 5194/1996, que regula os exercícios das profissões de Engenheiros e Técnicos e da Lei Federal número 12378/2010 que regula o exercício dos Arquitetos, qualquer pessoa, tanto física como jurídica, não habilitada legalmente, não pode exercer nenhuma atividade específica destes profissionais. No entanto, é muito comum, que os proprietários assumam a responsabilidade pelas obras, dispensando assim a contração de um Engenheiro Civil, o que legalmente, não é permitido.

Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) é um documento que define legalmente os Responsáveis Técnicos pelos projetos, execução da obra, ou prestação de quaisquer serviços relacionados a Engenharia inclusive as atividades de Engenharia Civil. A ART ainda tem a função de ser a garantia dos contratantes, além de ser um documento judicial, onde o Engenheiro Civil declara que é responsável por determinados serviços da construção. Caso tal documento não seja feito a obra pode estar sujeita a multas e até mesmo a embargo.

Juntamente da legalidade, um outro aspecto importante sobre a contratação de um RT é ter um profissional que é capaz de entender a dinâmica de uma obra. Executar qualquer edificação sem planejamento e cronograma certamente culminará em incertezas e retrabalho. A boa administração de uma obra só é possível com vasto conhecimento das etapas construtivas e planejamento. Como exemplo da organização do fluxo das atividades, podemos ressaltar a compra de materiais. Se o RT, responsável pela execução, não ficar atento a compra dos materiais que vão ser utilizados na atividades subsequentes, os mesmos podem faltar para os operários da obra. Uma vez que temos mão de obra ociosa podemos assumir que custos extras vão surgir.

Somado ao exemplo citado acima, podemos ressaltar os seguintes itens que podem ocorrer devido à falta de planejamento:

  • Desperdício de água e energia;
  • Desperdício de materiais;
  • Desperdício de mão de obra;
  • Delonga na execução das atividades;
  • Aumento dos custos indiretos;
  • Antever problemas externos.
Outro ponto de extrema importância na hora de construir ou reformar é a capacidade técnica do RTem relação a execução. Para o cliente, não basta apenas ter um Responsável Técnico. O RTdeve ter a competência técnica de executar uma obra de maneira que obtenha bons resultados. Uma maneira de avaliar o profissional contratado é questioná-lo sobre seus conhecimentos e experiências. O RTdeve conhecer o processo de uma atividade para que ela seja executada perfeitamente. Ao executar um reboco, por exemplo, algumas medidas devem ser tomadas para que ele fique perfeito. Lavar a superfície que será rebocada, chapiscar, fazer a cura do chapisco, tirar mestras no prumo e alinhamento, utilizar o traço da argamassa correto, encher a parede, sarrafear, fazer o acabamento superficial e finalmente a cura do reboco, são os passos que devem ser seguidos para realizar esta atividade. Sem conhecimento técnico, patologias podem aparecer nos elementos da edificação ao longo da sua utilização.

Inconvenientes podem surgir quando uma obra é executada por um profissional sem conhecimento das técnicas construtivas. Alguns dos inconvenientes que podem gerar transtornos são:

  • Erros na locação da edificação;
  • Elementos estruturais executados em desconformidade geométrica com o Projeto de Estruturas;
  • Elementos estruturais e de vedação desalinhados;
  • Elementos estruturais executados de maneira errada e com má qualidade;
  • Utilização equivocadas de técnicas na execução de alvenarias que pode gerar trincas e rachaduras;
  • Revestimentos fora de prumo e esquadro;
  • Execução de instalações elétricas e hidrossanitárias fora das especificações de projeto;
  • Entre outros.


A construção civil é uma das atividades desenvolvidas que mais gera impactos sociais, ambientais e econômicos na comunidade. Entretanto, quando esta é realizada sem a supervisão e acompanhamento de um Engenheiro Civil aumentam significativamente os problemas que irão afetar o bolso do cliente, a qualidade e a segurança da estrutura.

Obras que são projetadas e executadas por profissionais capacitados atingem seus objetivos, como funcionalidade, segurança, legalidade, racionalidade, sustentabilidade, entre outros. Sendo assim, as construções se tornam mais seguras, confortáveis, com uma maior qualidade e até mesmo maior durabilidade.

Como visto anteriormente a falta de um Engenheiro Civil pode comprometer muito a qualidade da obra. 

O desperdício de materiais também é uma grave consequência ocasionada pela falta de gestão em uma obra. Tal desperdício pode comprometer significativamente o orçamento da construção. Ou seja, o barato sai caro. Todo aquele dinheiro que seria gasto com a contratação de um Responsável Técnico se transforma em gastos excedentes ao longo da obra e isto pode acontecer em um momento de total despreparo do Cliente. Por isso, a não contratação de um Responsável Técnico se mostra ineficiente e sem viabilidade econômica.

Ao construir ou reformar, sempre pense nos benefícios que a contratação de um RT pode trazer para seu empreendimento.


MG, CREA. Construções de edificações Comerciais. 2016. Disponível em: < http://www.crea-mg.org.br/servicos/fiscalizacao/engenharianosempreendimentos/Documents/parte12-edifi...; Acesso em: 07 dez. 2016.


NEVES, Renato Martins da. RIBEIRO, Renato Rodrigues. RODRIGUES, Fábio Pinto. Construções residenciais sem supervisão técnica especializada em Belém-PA: uma realidade no bairro da Pedreira. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO EM ENGENHARIA, 39, 2011, Santa Catarina. Disponível em: <www.abenge.org.br/CobengeAnteriores/2011/sessoestec/art1967.pdf>; Acesso em: 08 dez. 2016.

05 DE JUNHO — DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi estabelecido na conhecida Conferência de Estocolmo e passou a ser comemorado todo dia 05 de junho.


Em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, que passou a ser comemorado todo dia 05 de junho. Essa data, que foi escolhida para coincidir com a data de realização dessa conferência, tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, que até então eram considerados, por muitos, inesgotáveis.
Nessa Conferência, que ficou conhecida como Conferência de Estocolmo, iniciou-se uma mudança no modo de ver e tratar as questões ambientais ao redor do mundo, além de serem estabelecidos princípios para orientar a política ambiental em todo o planeta. Apesar do grande avanço que a Conferência representou, não podemos afirmar, no entanto, que todos os problemas foram resolvidos a partir daí.
Atualmente existe uma grande preocupação em torno do meio ambiente e dos impactos negativos da ação do homem sobre ele. A destruição constante de habitat e a poluição de grandes áreas, por exemplo, são alguns dos pontos que exercem maior influência na sobrevivência de diversas espécies.
Tendo em vista o acentuado crescimento dos problemas ambientais, muitos pontos merecem ser revistos tanto pelos governantes quanto pela população para que os impactos sejam diminuídos. Se nada for feito, o consumo exagerado dos recursos e a perda constante de biodiversidade poderão alterar consideravelmente o modo como vivemos atualmente, comprometendo, inclusive, nossa sobrevivência.
Dentre os principais problemas que afetam o meio ambiente, podemos destacar o descarte inadequado de lixo, a falta de coleta seletiva e de projetos de reciclagem, consumo exagerado de recursos naturais, desmatamento, inserção de espécies exóticas, uso de combustíveis fósseis, desperdício de água e esgotamento do solo. Esses problemas e outros poderiam ser evitados se os governantes e a população se conscientizassem da importância do uso correto e moderado dos nossos recursos naturais.
Em razão da importância da conscientização e da dimensão do impacto gerado pelo homem, o Dia Mundial do Meio Ambiente é uma data que merece bastante destaque no calendário mundial. Entretanto, não basta apenas plantar uma árvore ou separar o lixo nesse dia, é necessário que sejam feitas campanhas de grande impacto que mostrem a necessidade de mudanças imediatas nos nossos hábitos de vida diários.
Apesar de muitos acreditarem que a mudança deve acontecer em escala mundial e que apenas uma pessoa não consegue mudar o mundo, é fundamental que cada um faça a sua parte e que toda a sociedade reivindique o cumprimento das leis ambientais. Todos devemos assumir uma postura de responsabilidade ambiental, pois só assim conseguiremos mudar o quadro atual.
A proteção e o melhoramento do meio ambiente humano é uma questão fundamental que afeta o bem-estar dos povos e o desenvolvimento econômico do mundo inteiro, um desejo urgente dos povos de todo o mundo e um dever de todos os governos.”
(Declaração de Estocolmo sobre o ambiente humano - 1972)

fonte: http://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-mundial-do-meio-ambiente-ecologia.htm

OPERAÇÃO PÉ D’ÁGUA REDUZ EM 30% VOLUME DE OCORRÊNCIAS

Em três meses de operação, a ação registrou queda de 30% no número de ocorrências e acidentes em relação ao verão passado, conforme balanço realizado pela Defesa Civil de São Bernardo


A Operação Pé D’água, lançada em fevereiro, com intuito de minimizar o impacto das chuvas, encerrou atividades em abril com resultado positivo. Em três meses de operação, a ação registrou queda de 30% no número de ocorrências e acidentes em relação ao verão passado, conforme balanço realizado pela Defesa Civil de São Bernardo. A redução foi proporcionada pelo aumento das vistorias preventivas, que entre janeiro e abril deste ano, totalizaram 183 inspeções, superando o volume de acidentes.
Ao todo, foram computados 153 atendimentos a acidentes – sendo 37 interdições – contra 214 ocorrências averiguadas entre dezembro de 2015 e abril de 2016. As ocorrências mais recorrentes no período foram deslizamentos (30 verificações), queda de árvores (28) e desabamentos de placas, outdoors e muros (24). Também houve registro de acidentes envolvendo infiltração de águas pluviais, afundamentos, alagamentos, destelhamentos, solapamentos, infiltrações de rede de água e esgoto, entre outros.
Já na área preventiva, as principais ações foram baseadas em vistorias técnicas para eliminar risco de quedas de árvores e galhos (50 ameaças), desabamentos de obras (28), de placas (25), deslizamentos e escorregamentos (8), solapamentos (5), entre outros. Os atendimentos por medida de segurança também foram incrementados pelo maior envolvimento de secretarias na operação. Nesta edição, 13 pastas foram mobilizadas para ampliação dos serviços de limpeza e manutenção da drenagem urbana, além de fiscalização dos setores de risco.
“É um resultado expressivo obtido por meio de um trabalho integrado entre os mais diversos setores da Administração, em um modelo novo para combate dos estragos causados pelas chuvas. Neste verão, tivemos um volume pluviométrico inferior, mas suficiente para danificar estruturas de moradias mais vulneráveis e causar outros problemas. Porém, atuamos de forma eficaz para minimizar esse impacto”, destacou o prefeito Orlando Morando. O pico de chuvas na cidade ocorreu em janeiro, quando o volume pluviométrico chegou a atingir 286 milímetros.
Atuação social – Em atenção aos moradores prejudicados pelas chuvas, a secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania disponibilizou força-tarefa, fornecendo artigos de necessidade básica, como colchões (212 unidades), cobertores (179 unidades) e cartões alimentações (100 unidades). No período, não houve necessidade de remoções com transporte ou utilização de abrigo público. Também não foram registradas vítimas fatais durante a operação. Ao todo, a ação contou com 24 agentes da Defesa Civil, 51 pluviômetros instalados, além de 160 voluntários do Núcleo de Proteção e Defesa Civil (Nupdec) e 100 agentes públicos treinados.
Além dos serviços ofertados durante a operação, a Defesa Civil de São Bernardo desenvolve ações contínuas, realizadas ao longo de todo o ano, baseadas na limpeza de córregos, monitoramento de setores de risco, mutirões e distribuição de material informativo com objetivo de minimizar os impactos da chuva.

UFABC INICIA PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA TÉCNICOS DA DEFESA CIVIL

  

Regionalização da Precipitação em Ambientes Urbanos com vista à Determinação de Limiares Deflagradores de Eventos de Inundação e Deslizamentos: Apoio à Prevenção de Desastre no ABC Paulista


A proposta do projeto de extensão tem como principal objetivo a capacitação dos técnicos da Defesa Civil da região do ABC Paulista, sobre o comportamento do regime das chuvas na região, com vistas a entender a sua distribuição espacial e determinar limiares pluviométricos deflagradores de eventos de inundação e deslizamentos. Este conhecimento deve auxiliar a Defesa Civil no monitoramento, prevenção e alerta dos desastres hidrometeorológicos, a fim de minimizar os impactos causados para a população. Para isso, serão criadas atividades e oficinas de capacitação para os técnicos da Defesa Civil, funcionários das prefeituras e para representantes de comunidades interessados em conhecer e se informar sobre os impactos das chuvas. As oficinas serão ministradas por docentes da UFABC e professionais do CEMADEN e terão como apoio alunos de graduação e pós-graduação da UFABC. As oficinas serão direcionadas principalmente para o conhecimento dos seguintes temas: (a) processos atmosféricos e geográficos que influenciam na distribuição das chuvas no ABC Paulista; (b) técnicas para identificação de limiares de chuva que deflagram eventos de inundação e deslizamentos; e (c) elaboração de mapas temáticos para cada município com a identificação das áreas mais suscetíveis as chuvas intensas.

FONTE: http://proec.ufabc.edu.br/projetos/projetos-por-ano/projetos-2017/projetos-paae-2017/regionalizacao-da-precipitacao-em-ambientes-urbanos-com-vista-a-determinacao-de-limiares-deflagradores-de-eventos-de-inundacao-e-deslizamentos-apoio-a-prevencao-de-desastre-no-abc-paulista

22 DE MARÇO – DIA MUNDIAL DA ÁGUA


O Dia Mundial da Água foi instituído pela ONU em 22 de março de 1992 e visa à conscientização da população a respeito dessa valiosa substância.

Sabemos que a água é um recurso essencial para a sobrevivência de todos os seres vivos. Ela atua mantendo nosso corpo hidratado, ajuda no transporte de substâncias, funciona como solvente, regula a nossa temperatura, participa de reações químicas, entre várias outras funções.

Apesar de o nosso planeta ser repleto de água, estima-se que apenas 0,77% esteja disponível para o consumo humano em lagos, rios e reservatórios subterrâneos. Vale destacar, no entanto, que essa quantidade não está distribuída igualmente por todo o território, consequentemente, existem locais onde esse recurso é considerado bastante valioso. Em virtude dessa desigualdade de distribuição, em várias regiões ocorrem verdadeiros conflitos por água.

Além da escassez de água em algumas regiões, enfrentamos ainda o problema da baixa qualidade. A poluição causada pelas atividades humanas faz com que a água esteja disponível, porém não esteja própria para o consumo. Estima-se que20% da população mundial não tenha acesso à água limpa e, segundo a UNICEF, cerca de 1400 crianças menores que cinco anos de idade morrem todos os dias em decorrência da falta de água potável, saneamento básico e higiene.

Diante da importância da água para a nossa sobrevivência e da necessidade urgente de manter esse recurso disponível, surgiu o Dia Mundial da Água. Essa data, comemorada no dia 22 de março, foi criada em 1992 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e visa à ampliação da discussão sobre esse tema tão importante.
No dia 22 de março de 1992, a ONU, além de instituir o Dia Mundial da Água, divulgou a Declaração Universal dos Direitos da Água, que é ordenada em dez artigos. Veja a seguir alguns trechos dessa declaração:
1- A água faz parte do patrimônio do planeta;
2-A água é a seiva do nosso planeta;
3- Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados;
4- O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos;
5- A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores;
6- A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo;
7- A água não deve ser desperdiçada nem poluída, nem envenenada;
8- A utilização da água implica respeito à lei;
9- A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social;
10- O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
Como toda a população necessita da água para a sua sobrevivência, em julho de 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou, através da Resolução A/RES/64/292, que a água limpa e segura e o saneamento básico são direitos humanos. Sendo assim, a água de qualidade e o saneamento básico passaram a ser um direito garantido por lei.
O uso racional e sua preservação são fundamentais para garantir qualidade de vida para a nossa geração e para as futuras. Faça uso consciente da água!
fonte: http://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-nacional-da-agua.htm

São Bernardo lança “Operação Pé D’água – Prevenção e Mobilização”


São Bernardo lança “Operação Pé D’água

06 de fev de 2017

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Administração dispõe maior força-tarefa para minimizar impactos causados pela chuva

A Prefeitura de São Bernardo lançou, nesta segunda-feira (06/02), a “Operação Pé D’água – Prevenção e Mobilização”, que consiste em um conjunto de ações preventivas, cujo intuito é minimizar o impacto das chuvas. No mês passado, a cidade registrou o maior volume pluviométrico (medidas em milímetros da quantidade da precipitação de água em determinado local), no comparativo com anos anteriores.

O decreto que institui o programa foi assinado pelo prefeito Orlando Morando e será publicado no diário oficial na próxima sexta-feira (10/02), intensificado até abril. Ações de prevenção são feitas pela Defesa Civil durante todo o ano. O programa reforça o trabalho para antecipar e coibir qualquer risco à população nos meses em que as chuvas são mais intensas.
A “Operação Pé D’água – Prevenção e Mobilização” será realizada em conjunto com treze secretarias, envolvendo diretamente o trabalho da Secretaria de Serviços Urbanos, junto da Defesa Civil e da Secretaria de Habitação. Entre os planos estão a ampliação dos serviços de limpeza e manutenção da drenagem urbana, além de fiscalização dos setores de risco para garantir mais rapidez e eficácia nas ações emergenciais de resposta a eventuais acidentes estão contempladas no programa.

Segundo o prefeito Orlando Morando, a Prefeitura estará mobilizada em dar respaldo à medida preventiva. “Diretamente são treze secretarias, mas hoje temos também aqui representantes da Educação e do Esporte, porque sabemos que ao multiplicar as informações tornamos as ações mais eficazes”, salientou.

Em janeiro deste ano, foram feitos 101 atendimentos pela Defesa Civil, sendo que 63 vistorias preventivas. “Destacamos que as demais 38 ocorrências foram todas sem vítimas. Resultado de um trabalho integrado de um governo com pré-disposição em ampliar este saldo positivo”, informou o coordenador da Defesa Civil, Luiz Antonio Costa.


A estrutura despendida pela administração em São Bernardo é a maior já disponibilizada para atendimento e prevenção aos riscos causados pelas fortes chuvas. A operação conta com vinte e quatro agentes da Defesa Civil, 51 pluviômetros instalados na cidade, 41 deles da iniciativa privada, que irão compartilhar as informações também com a Prefeitura e cinco viaturas disponíveis para as ações.

Além disso, a força-tarefa envolverá a população por meio da participação de 160 integrantes treinados, de 44 comunidades, que atuam voluntariamente na região em que residem. As atuações consistirão em orientação aos munícipes sobre como agir durante as chuvas fortes e como reconhecer situações de risco.

fonte: www.saobernardo.sp.gov.br

Moradores de SBC atuam como anjos da guarda durante a época de chuva



Organizados em grupos, moradores voluntários trabalham para diminuir riscos causados pelas chuvas.
Para garantir o sucesso da Operação Guarda-Chuva, no começo de dezembro, a Prefeitura de São Bernardo conta com o apoio de moradores que atuam voluntariamente em grupos denominados Nupdecs (Núcleos de Proteção e Defesa Civil). Hoje são 160 membros, de 29 comunidades, que trabalham para reduzir riscos e prevenir acidentes causados pela chuva.

http://www.saobernardo.sp.gov.br/web/sbc/operacaoguardachuva

São Bernardo recebe ação regional contra o Aedes aegypti neste sábado


São Bernardo recebe na manhã deste sábado (30) a ação “ABC contra o Aedes”, esforço concentrado promovido pelo Consórcio Intermunicipal para orientar a população sobre como prevenir e eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypti, trasmissor da dengue, zika e febre chikungunya. A atividade integra a Campanha Regional de Combate ao Mosquito da Dengue e é a primeira deste ano a contar com a participação das equipes técnicas dos sete municípios. 
A ação será realizada a partir das 9h na divisa entre São Bernardo (Rudge Ramos, Vila Vivaldi), Santo André (Vila Palmares, Sacadura Cabral) e São Caetano (bairros Mauá e Santa Maria). A esquina entre as ruas Afonsina e Ida Leone Cleto, ao lado da feira livre que ocorre aos sábados no bairro Rudge Ramos, será o ponto de concentração dos cerca de 700 trabalhadores da Saúde de toda a região que foram mobilizados para a iniciativa. Participam também o Corpo de Bombeiros, a União dos Escoteiros do Brasil/Região SP/Distritos do ABC, lideranças comunitárias e representantes da sociedade civil.
Serão montados seis estandes – próximo da feira livre e também nas ruas paralelas – que contarão com material informativo, tenda dos bichos (exposição de animais peçonhentos e do mosquito Aedes aegypti) e até a maquete de uma casa, que será usada para ilustrar quais são os pontos com risco de acumular água nas residências.
Agentes comunitários de saúde e de controle de zoonoses farão a distribuição de panfletos e squeezes (garrafas plásticas), além de vistorias casa a casa nos bairros de divisa das três cidades, com apoio dos escoteiros e da Defesa Civil. Haverá ainda carreata conduzida pelo Corpo de Bombeiros e formada pelos veículos oficiais das prefeituras. Um carro de som também percorrerá os municípios que recebem a mobilização, informando sobre a importância do envolvimento de toda a população na prevenção ao mosquito.
Em São Bernado, a atividade envolve outras áreas além da Saúde e tem a participação direta das secretarias de Serviços Urbanos, Segurança Urbana e Transporte e Vias Públicas. A secretária de Saúde, Odete Gialdi, reforça que ações de rotina desenvolvidas para combater o avanço do mosquito contam com a parceria permanente de toda a Prefeitura. “Todos estão mobilizados para impedir que a dengue, zika e febre chikungunya avancem. Desde a professora que na escola ensina seus alunos sobre a importância de não acumular água parada em casa e armazenar o lixo corretamente, até os trabalhadores dos canteiros de obras, que também nos ajudam a prevenir os criadouros. É importante que a população perceba também o quanto a contribuição de cada um é necessária para que a gente possa vencer essa guerra. E por isso mobilizações como essa, que somam esforços, são tão importantes”, avalia.
Devido ao elevado número de casos de dengue registrados no ano passado, São Bernardo intensificou as visitas domiciliares a partir de agosto, ainda no inverno – tradicionalmente, se iniciam em novembro, antes das chuvas intensas de verão. Com isso, os agentes de controle de zoonoses conseguiram fechar 2015 com o dobro de vistorias realizadas, no comparativo com o ano anterior. Foram 87 mil, contra 42 mil em 2014, esforço que rendeu a eliminação de 2.527 focos do mosquito na cidade.

As ações de rotina incluem o monitoramento regular de centenas de imóveis que registram grande circulação de pessoas, como Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e escolas, e também locais com potencial para acumular água parada, como borracharias, transportadoras, depósitos e cemitérios.
fonte: http://www.saobernardo.sp.gov.br

Obras irregulares no vizinho? o que fazer?

seu vizinho está construindo?
recebendo operários, materiais, etc.. retirando terra, entulho, etc.?
você não sabe se a obra é segura, irregular, clandestina?
o que fazer?


Você sabia que...? ...usar cimento com prazo de validade vencido pode fazer uma obra cair! ...30 caixas de piso cerâmico podem pesar a mesma coisa que um carro! ...uma laje de beiral feita sem ferros no lado de cima, com certeza vai trincar – ou cair! ...cortar uma viga ou uma parede de alvenaria estrutural pode derrubar um prédio! ...um aterro, para ter estabilidade e suportar peso, precisa ser feito com terra limpa, compactada em camadas, com umidade adequada! ...escavar um terreno pode provocar vazamentos em tubulações enterradas próximas! ...é necessário experiência, conhecimento – e autorizações – para construir, demolir, fazer terraplenagem, reparos estruturais!


seu vizinho está construindo?
recebendo operários, materiais, etc.. retirando terra, entulho, etc.?

o que fazer?


Se algum acidente, desabamento, etc., já ocorreu, ou está em risco iminente de ocorrer, chame a Defesa Civil, ou os Bombeiros, ou o SAMU...!

Se a situação ainda está no início, ainda sem problemas, o ideal é você verificar, se informar, ver se tem uma “placa de obra”, conversar com ele, o seu vizinho, ou com o responsável da obra, ou com o síndico...
Se isso não for possível ou viável, você pode – deve – recorrer à Prefeitura, ou ao CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura). O CREA-SP tem até um formulário próprio, onde é possível inclusive solicitar a vistoria como anônimo.

A Prefeitura de São Bernardo do Campo tem um serviço, entre outros, específico para esse caso: “VERIFICAÇÃO SOBRE REGULARIDADE DE OBRAS EM EXECUÇÃO EM PROPRIEDADE PARTICULAR”. Veja como solicitá-lo clicando em “Fiscalização”, no tópico “Obras Particulares”, da página “Serviços” do site da PMSBC.
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